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Pago ou orgânico: como saber de onde vieram os clientes do site

23 de outubro de 2026 · 5 min de leitura

O cliente quer saber se o anúncio está trazendo contato ou se o movimento veio sozinho. Dá para separar isso com três sinais simples que todo clique carrega.

Quando o dono de um negócio pergunta "o anúncio está funcionando?", ele quer saber de outra coisa: quantas pessoas chamaram no WhatsApp, ligaram ou preencheram o formulário por causa do anúncio. Para responder, é preciso separar a visita paga da orgânica.

Os três sinais que identificam a origem

  • Identificador de clique: o Google Ads acrescenta gclid ao endereço e a Meta acrescenta fbclid. Com gclid, a visita veio de anúncio do Google.
  • Etiquetas UTM: utm_source, utm_medium e utm_campaign que você coloca no link do anúncio. utm_medium=cpc ou paid indica tráfego pago.
  • Página de onde a pessoa veio (referenciador): google.com sem gclid é busca orgânica; instagram.com sem etiqueta paga é rede social orgânica.

Cuidado com o fbclid

A Meta acrescenta fbclid também em links orgânicos (um post compartilhado, um link na bio). Por isso fbclid sozinho não prova anúncio. O jeito seguro é sempre usar UTM nos anúncios da Meta, com utm_medium=paid.

Contar o contato, não só a visita

Visita não paga a conta do cliente. O que importa é o clique no WhatsApp, no telefone, no "como chegar" e o envio do formulário. Quando cada um desses cliques fica ligado à origem da visita, você mostra: "o anúncio trouxe 40 visitas e 6 conversas no WhatsApp".

Como o MyXet faz

Um script leve no site do cliente registra a visita e os cliques em WhatsApp, telefone e formulário, classifica a origem pelos sinais acima e não grava IP nem usa cookie. O gestor vê pago × orgânico por cliente e manda ao cliente um relatório com a própria marca.

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